Você sabia?

  

PÉ-DE-MEIA ou PÉ DE MEIA?

PÉ-DE-MEIA

Origem da palavra

A expressão é antiga e tem origem na Europa. As pessoas tinham costume de usarem um pé de meia para guardar suas economias. No Brasil, nossas avós e bisavós aproveitavam as meias viúvas - quando restava apenas um pé, porque o outro havia sido extraviado ou danificado, para guardar economias dentro de algum armário ou gaveta de roupas.

Esse hábito caiu em desuso. Mas a expressão ficou. É usada com frequência e virou título de um livro infantil para educação financeira:

O pé de meia mágico, de Álvaro Modernell, 1a edição de 2007.

Grafia

A grafia da palavra também gera dúvidas. Isso porque tem duas grafias diferentes conforme a situação. Quando referir-se ao ato de poupar - formar um pé-de-meia, deve ser grafado com hífens. Mas ao referir-se à peça de vestuário para os pés, então deve ser grafado pé de meia, sem hífens.

Fonte: baseado na publicação "O Berço da Palavra", de Márcio Cotrim, publicado no Correio Brazileiense em 25/03/2007.




FAZER UMA VAQUINHA - Origem da expressão

A expressão "Fazer uma vaquinha" é utilizada para caracterizar a arrecadação voluntária de dinheiro para determinado fim. Segundo o professor Ari Riboldi, no livro O Bode Expiatório, a expressão surgiu de uma prática de premiação, no futebol, sob o nome de bicho. Em 1923, a torcida do Vasco da Gama, do Rio de Janeiro, resolveu estimular os atletas de seu time a se dedicarem ao jogo com maior empenho. Passaram a arrecadar dinheiro e dar como prêmio aos atletas em valores proporcionais aos resultados alcançados pelo time em campo. O valor tinha inspiração nos números do jogo do bicho: 5, número do cachorro, equivalia a 10 mil réis - prêmio por empate; 10, número do coelho, equivalia a 10 mil réis - prêmio por uma vitória comum; 25, número da vaca, correspondia a 25 mil réis - premiação dada somente em grandes vitórias, contra os adversários mais fortes ou em partidas decisivas. O dinheiro era arrecadado entre os torcedores, no que veio a ser a famosa "vaquinha". Texto extraído e adaptado do portal Terra. Ilustração: Morandini (Fonte: Internet)


NHOQUES DA FORTUNA - Versão popular I

A versão mais conhecida da tradição relata que há muito tempo, na Itália, um andarilho faminto, tido pela maioria como São Genaro, e por alguns como São Pantaleão, bateu na porte de uma casa humilde pedindo comida. A família, apesar de pobre e numerosa, recebeu o homem e repartiu a pouca comida que tinham. Somente nhoques. A cada um coube sete pedaços – sete nhoques. O andarilho saboreou a sua parte, agradeceu e partiu. Ao recolher os pratos, a família percebeu que embaixo de cada prato havia muito dinheiro. A partir daquele dia, a fortuna acompanhou aquela família. Por isso, desde então, todo dia 29 se comemora o dia do nhoque da fartura. O ritual é cada um colocar alguma nota de dinheiro embaixo do próprio prato, comer os sete primeiros nhoques em pé, fazendo sete pedidos. Depois pode comer o restante à vontade. A nota utilizada deve ser guardada pelo menos até o próximo dia 29.


DIA DA POUPANÇA - 31 de Outubro

No dia 31/10 comemora-se, no Brasil e no mundo, o dia da Poupança. O dia mundial da Poupança foi estabelecido em 1924, durante um congresso internacional de Economia, na Itália. No Brasil, a mesma data foi escolhida, a partir de 1933, para ser o dia Nacional da Poupança. Apesar de o dia 31 de outubro ser "O DIA DA POUPANÇA", lembre-se de poupar todos os dias. Seu futuro agradece.


COFRINHOS DE PORQUINHO - Origem

No século XV, os europeus guardavam suas economias em potes feitos de uma argila laranja, que em inglês, se denomina 'pygg' e chamavam estes potes de 'Pyggy Banks'. No século XIX, quando oleiros receberam pedidos para produção de 'pyggy banks', estes entenderam que deveriam ser feitos cofrinhos em forma de porco, que em inglês se escreve 'pig'. Os cofrinhos em formato de porquinhos agradaram os clientes. Principalmente, as crianças. Assim surgiu o cofre porquinho, que também passou a ser o símbolo da poupança em muitos países. E seu filho, já tem um cofre de porquinho? Fonte: www.abecip.org.br ABECIP - Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança.


IPÊ AMARELO - A árvore da fortuna

O Ipê é uma das árvores brasileiras mais belas e conhecidas, pertencendo ao gênero Tabebuia. É uma árvore imponente, com média de 8 metros de altura, chegando a atingir até 15 metros e de incomparável beleza. É encontrada como nativa na América do Sul e Central, com bastante ocorrência no sudeste e centro-oeste do Brasil. Em Tupi-guarani, Ipê significa árvore da casca grossa. Existem vários tipos de Ipê, popularmente conhecidos pela coloração de suas floradas. As mais comuns são a amarelam a roxa e a branca. O Ipê-amarelo por muitos anos foi considerado a árvore símbolo do Brasil. Até hoje é uma das preferidas de paisagistas, fotógrafos e amantes da natureza. A árvore gosta de sol e calor e retribui a energia recebida na forma de flores que marcam profundamente o ambiente. O Ipê-amarelo é uma árvore forte, de madeira dura e raízes profundas. Com suas flores na cor do ouro, o ipê-amarelo também é associado à riqueza. Por isso, foi escolhido para ser a árvore símbolo (quase personagem) do livro infantil para educação financeira “Paulina e o Ipê-amarelo”, publicado em 2007. Texto: Álvaro Modernell Fontes: diversas Foto: www.plantamatriz.com.br